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A Mediação Pedagógica em Propostas de Formação Continuada de Professores em Informática na Educação
Maria Elisabette B. B. Prado e Maria Cecília Martins



 

Maria Elisabette B. B. Prado
Pesquisadora do Núcleo de Informática Aplicada a Educação - Nied/UNICAMP
Doutoranda em Educação no programa de pós-graduação em educação e currículo - PUCSP
Email: bprado@unicamp.br

Maria Cecília Martins
Pesquisadora do Núcleo de Informática Aplicada a Educação - Nied/UNICAMP
Doutoranda do Departamento de Multimeios, Instituto de Artes - UNICAMP
Email: cmartins@unicamp.br



(Texto para download: Formato Word (.DOC))

 

 

RESUMO

 

Neste artigo a Educação a distância é abordada como uma possibilidade de trabalhar a formação continuada fundamentada numa abordagem pedagógica que favorece o desencadeamento do processo reflexivo do aluno-profissional integrando o conhecimento prático e teórico relacionado ao seu contexto de atuação. A Educação a distância, que enfatiza o processo de construção do conhecimento, deve, entre outros fatores, atentar para a qualidade da mediação pedagógica. A mediação se pauta na articulação dos princípios de ensino e aprendizagem, e se concretiza pelas constantes recriações de estratégias durante a realização de um curso. Para que isto ocorra os princípios educacionais são fundamentais, mas, por outro lado não podemos deixar de considerar, como um aliado importante, a existência e as especificidades dos recursos de um ambiente de suporte de educação a distância. Questões sobre a mediação pedagógica são discutidas neste artigo, tendo como cenário uma experiência de curso a distância. Tal curso foi desenvolvido para professores de alunos com necessidades especiais objetivando o uso integrado do computador na sua prática pedagógica.
Palavras-chave: educação a distância, mediação pedagógica, formação de professores, ambientes de suporte de EAD


 

1. INTRODUÇÃO

 

A Educação a Distância (EAD), com o advento da informática e mais recentemente da Internet ganhou novo impulso, tornando-se acessível para solução de problemas relacionados tanto a formação inicial como a formação continuada de profissionais de diversas áreas e setores da sociedade. Tratando-se especificamente da formação continuada, é bastante oportuno ressaltarmos a sua importância, considerando que o paradigma da sociedade do conhecimento e da tecnologia demanda das pessoas uma nova postura acerca do processo de aprendizagem. A rapidez e a abrangência de informações que um profissional precisa lidar requer uma predisposição para a educação ao longo da vida, lifelong learning, de forma contextualizada às suas necessidades reais. (Valente, 1999; 2000a; Belloni, 1999).


No entanto, nem todas propostas de cursos em EAD têm a mesma preocupação e tampouco os mesmos princípios educacionais que norteiam o planejamento, a metodologia e a realização de um curso. Existem desde propostas que retratam um modelo de educação de massa, como outras mais abertas, que enfatizam o processo de construção de conhecimento, a autonomia e o desenvolvimento de competências que a sociedade atual exige de um profissional. O fato é que a educação a distância, muitas vezes, reproduz a educação presencial tal como vem sendo desenvolvida - de forma obsoleta para os dias atuais, mas em um formato veiculado pelas novas tecnologias. Geralmente são cursos que disponibilizam na rede uma grande variedade e quantidade de informações, esperando que isto seja suficiente para a aprendizagem do aluno. Desenvolver um curso a distância nesses moldes acaba empobrecendo e obscurecendo as potencialidades da Internet como um meio para desenvolver um trabalho educacional baseado numa rede de aprendizagem.

No entanto, esta visão de EAD não é generalizada. Os estudos nos mostram que existe uma tendência de se buscar propostas que privilegiem a interação entre os participantes e o desenvolvimento do trabalho colaborativo. Nessa perspectiva, Valente (2000b) vem apresentando uma abordagem de formação de professores que enfatiza o estar junto virtual. Isso significa que o papel do formador é de acompanhar e assessorar o aluno, criando situações de aprendizagem que lhe possa ser significativa. Além da interação com o formador, a dinâmica do curso deve promover a interação entre os alunos. É na troca de idéias e de experiências que surgem novas referências, questionamentos, dúvidas e buscas de novas compreensões. Cabe aqui ressaltar que o processo de construção de uma rede de aprendizagem, não é natural e nem acontece simplesmente disponibilizando informações para os alunos via Internet. Existem vários elementos inter-relacionados constituintes do universo [1] de um curso a distância, que podem facilitar esta construção, mas um dos aspectos que tem exigido uma revisão no papel do professor online tem sido a mediação pedagógica.


A mediação pedagógica é vista como um aspecto fundamental para dar sentido a educação (Gutierrez; Prieto, 1994). Ela se constitui num movimento de relações que permite a recriação de estratégias para que o aluno possa atribuir sentido naquilo que esta aprendendo. Para fazer a mediação o professor necessita ter clareza da sua intencionalidade (o quê, como e porque) e ao mesmo tempo conhecer o processo de aprendizagem do aluno. Este conhecimento do aluno, no entanto, não deve restringir-se aos aspectos cognitivos, é preciso considerar a existência da inter-relação dos aspectos afetivos e contextuais (sociais e culturais) no processo de aprendizagem.


Portanto, a mediação pedagógica demanda do professor abertura para aprender, flexibilidade e um postura reflexiva para rever constantemente a sua prática, bem como, criticidade e autonomia para relativizar suas intenções em determinados momentos da interação. A mediação, se pauta na articulação dos princípios de ensino-aprendizagem e concretiza-se pelas constantes recriações de estratégias durante a realização de um curso.


No entanto, para que isto ocorra os princípios educacionais são fundamentais, mas por outro lado não podemos deixar de considerar, como um aliado importante, a existência e as especificidades dos recursos de suporte de educação a distância. Por meio desses recursos o formador pode mapear de formas diferenciadas o desenvolvimento do aluno no decorrer do curso. Este tipo de acompanhamento possibilita ao formador modificar suas ações com vistas a propiciar o envolvimento do aluno no curso.


São questões relacionadas a mediação pedagógica que este artigo aborda, tendo como cenário uma experiência de curso a distância. Este curso foi desenvolvido para professores que atuam com alunos com necessidades especiais, do Projeto de Informática na Educação Especial - PROINESP [2], que tinha como objetivo formar profissionais para o uso do computador integrado a sua prática pedagógica, em instituições de apoio educacionais espalhadas em várias regiões geográficas do Brasil.


O desenvolvimento deste curso utilizou, o ambiente de suporte para ensino-aprendizagem a distância TelEduc [3]. Este ambiente dispõe de um conjunto de recursos que permite a comunicação e assíncrona e síncrona, o acesso a materiais de apoio e bibliográfico, o registro e o armazenamento de documentos, além de facilitar o gerenciamento do curso pelos formadores.


 

2. DESENVOLVIMENTO DO CURSO

 

2.1. Conteúdo e Estrutura do Curso

 

O curso foi projetado para professores-alunos que tinham pouca familiaridade com o uso do computador e sem experiências em participação de cursos a distância. Foi sugerido que cada um dos participantes tivessem uma disponibilidade de 20 horas semanais para atuar no curso, uma vez que as atividades propostas se constituíam de aprender a utilizar determinados softwares e aplicar o seu uso no contexto de sala de aula. O conteúdo inicial do curso foi o aprendizado dos conceitos computacionais a Linguagem de Programação Logo[4]. A partir dessa vivência, o foco do curso foi redimensionado para as atividades pedagógicas, onde cada um dos participantes atuava com um pequeno grupo de alunos no desenvolvimento de atividades com Logo. Na elaboração das atividades pedagógicas os professores-alunos, faziam uma descrição do perfil dos alunos, planejavam as atividades e em seguida elaboravam um relato com as observações e as análises sobre suas experiências.


Todo o processo de realização das atividades pedagógicas - planejamento, execução e análise do processo de produção dos alunos - foi registrado de forma contínua e compartilhado no ambiente de curso a distância. Nesse processo os professores-alunos recebiam feedback do formador e as contribuições dos colegas. Paralelamente ao trabalho prático, foram encaminhadas leituras e temas de discussão, para que os professores-alunos pudessem fazer a articulação entre teoria e prática.


Outra dinâmica que também merece ser destacada foi a pesquisa e o desenvolvimento de páginas na Internet. Essa pesquisa envolvia a busca, seleção e análise de sites relacionados a Educação Especial. Já a construção de páginas promoveu o trabalho em grupo, onde os professores-alunos de uma mesma instituição, produziram um site sobre o projeto de Informática na Educação. A construção deste site, envolveu o aprendizado dos aspectos computacionais (editoração de páginas) e a elaboração coletiva de um projeto de trabalho.


O papel do formador em todas estas etapas, foi de acompanhar, analisar e orientar o desenvolvimento das atividades realizadas pelos professores-alunos, bem como, incentivar a interação entre os participantes, fomentando a reflexão e a discussão sobre as questões emergentes da prática. Além da mediação, coube ao formador, analisar o andamento do curso, no sentido de alterar a agenda, negociar prazos e disponibilizar novos materiais (ou recursos do ambiente TelEduc) que colaborassem para o melhor entendimento de determinado conteúdo por parte dos professores participantes.


2.2. Utilização das Ferramentas do TelEduc

No TelEduc existem ferramentas que possibilitam o organização, o gerenciamento e as várias formas de interação no curso. Apresentamos a seguir como alguns desses recursos foram utilizados nesta experiência.


Para facilitar a familiarização dos professores-alunos com o ambiente TelEduc e com a experiência de curso a distância, as ferramentas foram disponibilizadas de forma gradativa e relacionada com as características das atividades propostas. O CORREIO, pelo fato de ser o meio de comunicação mais conhecido, foi uma das ferramentas que fizeram parte desde o início do curso. As mensagens, dependendo de suas características, eram enviadas coletivamente para os participantes que tinham necessidades em comum, ou, individualmente, quando o assunto tratava de questões particulares.


Cada um dos participantes, inclusive o formador, escreveu uma breve biografia na ferramenta PERFIL como uma forma de se apresentar para o grupo. Esta foi uma das maneiras de desencadear a interação entre os participantes.


A AGENDA é um recurso que se caracteriza como a porta de entrada de um curso. Toda a programação da semana era explicitada nesta ferramenta a fim de que os professores-alunos pudessem se organizar em relação aos tópicos, tempo de estudo e a elaboração das atividades.


Na ferramenta ATIVIDADES eram acessadas as informações sobre as ações propostas no curso. O MATERIAL DE APOIO agregava textos para subsidiar os estudos e a realização das atividades propostas. Além disso, havia o item LEITURAS, onde ficavam disponíveis artigos de caráter teórico que podiam ser debatidos por todos os participantes na ferramenta GRUPO DE DISCUSSÃO. O uso desta ferramenta também propiciou a discussão de temas que emergiam de situações práticas vivenciadas no curso.


A resolução das atividades propostas no curso eram enviadas pelos professores-alunos (com comentário) pela ferramenta PORTIFÓLIO, podendo ser compartilhadas apenas com o formador ou com todos os participantes do curso. Esta ferramenta permitia ao formador acessar as resoluções e fazer as intervenções que pudessem alimentar o processo de aprendizagem dos professores-alunos.


No BATE-PAPO onde os participantes podiam se encontrar virtualmente, existia um certa descontração para abordar assuntos que os instigavam. Esta ferramenta também permitiu tratar de temas relacionados com as experiências práticas do grupo, provocando com isto um maior interação entre os colegas.


No DIÁRIO DE BORDO eram registradas as reflexões diárias ou semanais sobre a vivência dos participantes no curso. Esta ferramenta além de oferecer ao formador uma possibilidade de acompanhar o desenvolvimento de cada um dos participantes, configurou-se como um canal de comunicação.


Na PARADA OBRIGATÓRIA o formador elaborava sínteses sobre determinados conceitos tratados e utilizados nas diversas atividades desenvolvidas no curso, com o intuito de desencadear níveis diferenciados de reflexão entre os participantes.


O MURAL possibilitava aos envolvidos no curso disponibilizarem informações relacionadas ao contexto do curso, como por exemplo, chamadas de congressos e seminários, artigos, experiências com alunos, sites, etc..


Cada um dos recursos do ambiente possui características próprias que devem ser consideradas no desenvolvimento de um curso. As especificidades dos recursos podem ser utilizadas pelo formador como estratégia de mediação. Por exemplo, quando o aluno participa de um BATE-PAPO, ele digita rapidamente aquilo que tem em mente no momento. Isto dá oportunidade para o formador identificar questões relevantes e significativas que podem ser aprofundadas no GRUPO DE DISCUSSÃO. Este recurso, que se caracteriza pela interação off-line, permite ao aluno re-elaborar suas idéias quantas vezes for necessário. Esta re-elaboração pode ser alimentada pelo confronto de outras colocações feitas pelos colegas e pela busca de novas fontes de informações, de reflexões e de novas relações. Com isto, queremos enfatizar que na elaboração de um curso a distância, é importante conceber a diversidade de ferramentas de modo a propor dinâmicas de trabalho e integrem as suas especificidades.


 

3. ANALISANDO A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA

 

Na proposta do curso vários elementos tais como: o planejamento, o acompanhamento e a observação do desempenho do professor-aluno foram analisados constantemente pelo formador. Nesse processo, foram criadas estratégias visando a superação de dificuldades técnicas e das barreiras que permeiam a interação inicial a distância.


O início de um curso virtual é um momento delicado que necessita da atenção do formador, pois, um começo "pobre" pode afetar de forma negativa o seu desenvolvimento, distanciando os alunos da proposta de trabalho. A segurança, a aceitação e o companheirismo são sentimentos importantes de serem cultivados ao longo do curso para que se tenha uma participação efetiva do grupo (Harasim et al., 1997). Nesta experiência o formador procurou criar um clima acolhedor e de confiança. Nas duas primeiras semanas, percebeu-se que a participação ainda era tímida e que nem todos os professores-alunos interagiam com o formador e os colegas. A estratégia utilizada foi contatá-los por meios externos ao ambiente do curso (telefone, email particular, correio postal) buscando auxiliá-los no que era necessário. Esses contatos iniciais, foram realizados com uma certa cautela para que esta ação não fosse interpretada como um tipo de cobrança. Ao contrário, esses contatos demonstravam a mobilização e a abertura do formador para ativar a comunicação. Esta ação foi fundamental para minimizar as inseguranças e para encorajar os professores-alunos a se expressarem usando as várias ferramentas do TelEduc.


Cabe aqui ressaltar que um dos aspectos fundamentais da mediação pedagógica é o papel do formador. No contexto de educação a distância, a sua função é de facilitar, articular, instigar e orientar o aluno. O formador deve estar sempre presente, observando o engajamento do aluno nas atividades, bem como, suas estratégias de resoluções, para poder intervir visando desencadear o processo reflexivo, crítico e indagativo do aluno. Os registros dos professores-alunos extraídos das várias ferramentas do ambiente, exemplificam a importância das interações ocorridas no curso:


"este é o primeiro contato com a informática...Vocês tem sido legais, isto me dá ânimo...as dúvidas tem sido tiradas com vocês no instante que surgem"

"A atenção de vocês Formadores foi muito presente e carinhosa procurando esclarecer a dúvida de todos os participantes com muita objetividade..."

"pude perceber que as respostas não eram prontas, vocês queriam que nós pesquisássemos e que o conhecimento fosse construído por nós"
Com esta atividade os professores-alunos puderam perceber que não basta reproduzir um conceito da forma como foi aprendido. A aplicação de um determinado conhecimento necessita levar em conta o contexto, a população, o momento e os objetivos que se pretende atingir. Vivenciar esta situação implica relativizar, integrar novos elementos, recriar estratégias, enfim, requer uma recontextualização daquilo que foi aprendido por meio da vivência pessoal.

Esta recontextualização não é simples e dificilmente é contemplada num curso presencial de formação, porque implica (re)construir a prática pedagógica do professor (Prado, 1999). A experiência deste curso nos mostrou que, a modalidade a distância pode ser um meio favorável para o formador acompanhar e intervir no processo de reconstrução de uma nova prática pedagógica.


 

4. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES:

 

Na experiência aqui analisada, haver um comprometimento profissional do grupo junto as suas instituições, favoreceu a predisposição dos professores-alunos participarem do curso. Mas, certamente este fato não seria suficiente para promover uma contínua participação dos professores-alunos no curso. O engajamento dos participantes foi evoluindo a partir da mediação pedagógica e das estratégias utilizadas. Dentre essas, destacamos as atividades desenvolvidas de forma contextualizada na prática pedagógica, o retorno imediato e construtivo do formador e o equilíbrio que se mantinha entre a objetividade e a subjetividade nas interações.


A experiência aqui analisada nos instiga a buscar outras compreensões do processo educativo. Constatamos que um curso em EAD oferece indícios que são expressos de diferentes modos e que necessitam da complementaridade de diferentes leituras. A interpretação dessa rede de aprendizagem é bastante complexa porque entrelaça vários domínios do conhecimento. A Educação a Distância vem se configurando como um campo de estudo e de investigação para os profissionais de diversas áreas integrarem os avanços tecnológicos com concepções educacionais que promovam a autonomia do indivíduo na sociedade do conhecimento.


 

NOTAS

 

[1] Alguns elementos que constituem esse universo são: metodologia, ambientes de suporte de educação a distância, características das atividades propostas, número e perfil dos alunos, duração do curso, qualidade e pertinência dos materiais, entre outros.
[2] Neste projeto o Nied, Núcleo de Informática aplicada à Educação da Unicamp, ficou responsável pelo desenvolvimento de 120 horas de curso sobre a uso pedagógico do computador, envolvendo 7 turmas de aproximadamente 24 professores-alunos em cada uma.
[3] TelEduc é um ambiente de suporte para educação a distância, desenvolvido pelo Nied e Instituto de Computação da Unicamp, sob a coordenação da Prof?. Dr?. Heloísa Vieira da Rocha, e disponibilizado no endereço: http://hera.nied.unicamp.br/teleduc.
[4] A linguagem de programação Logo utilizada foi a versão SuperLogo 3.0 traduzida pelo Nied-Unicamp e disponibilizada no site: http://www.nied.unicamp.br

 

 

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

BELLONI, M. L. (1999) Educação a distância, Campinas, SP: Autores Associados.


GUTIERREZ, F., PRIETO, D. (1994) A Mediação Pedagógica - Educação à Distância Alternativa. Campinas: Papirus.


HARASIM, L.; HILTZ, R. S.; TELES, L; TUROFF, M. (1997) Learning Networks: A Field Guide to Teaching and Lerning Online. Cambridge: MIT Press.


PRADO, M.E.B.B (1999) Da Ação à Reconstrução: Possibilidades para a formação do professor. Coleção Série Informática na Educação - TVE Educativa.
Disponível em:<http://www.proinfo.gov.br >


VALENTE, J.A. (2000a) Criando Oportunidades de Aprendizagem continuada ao longo da vida. Pátio Revista Pedagógica, Ano IV, núero 15, Porto Alegre: Artmed Editora Ltda.


VALENTE, J.A. (2000b) Educação a Distância: Uma oportunidade para mudanças no ensino. In: MAIA, C. (coord.) Ead.br: Educação a distância no Brasil na era da Internet. São Paulo: Anhembi Morumbi.


VALENTE, J.A. (1999) Formação de Professores: Diferentes abordagens pedagógicas. In J. A. Valente (org) O Computador na Sociedade do Conhecimento. Campinas (SP): NIED-UNICAMP, p. 131-156.


 

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