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Monitorias e Tutorias: Um Trabalho Cooperativo na Educação a Distância
Diva Marília Flemming, Elisa Flemming Luz, Renato André Luz



Monitorias e Tutorias: Um Trabalho Cooperativo na Educação a Distância

Diva Marília Flemming, Dra.
NEEM - Núcleo de Estudos em Educação Matemática
UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina
Email: flemming@iaccess.com.br

Elisa Flemming Luz, Msc.
NEEM - Núcleo de Estudos em Educação Matemática
Programa Unisul Abert@
UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina
Email: efluz@matrix.com.br

Renato André Luz, Mestrando
Programa Unisul Abert@
UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina
Email: raluz@pa.unisul.rct-sc.br



(Texto para download: Formato Word (.DOC))


RESUMO


Este artigo discute o papel do monitor e do tutor em cursos a distância, buscando identificar a necessidade de um trabalho cooperativo entre estes agentes. Entende-se trabalho cooperativo como um projeto em grupo para a realização de uma tarefa comum. Um dos grandes desafios da educação a distância, nos dias de hoje, é o oferecimento de cursos que utilizem recursos tecnológicos avançados e garantam o auto-aprendizado do aluno a partir da utilização de estratégias pedagógicas bem delineadas e refletidas. No entanto, não basta que o curso seja concebido de forma extraordinária se, durante a execução do mesmo, tutores e monitores não consigam superar as expectativas do aluno. Este trabalho só alcança o pleno sucesso se houver um trabalho cooperativo entre tutor e monitor. O curso analisado foi desenvolvido pelo NEEM ‚ Núcleo de Estudos em Educação Matemática da UNISUL ‚ Universidade do Sul de Santa Catarina e implementado em parceria com o Programa Unisul Abert@, responsável pelas iniciativas relacionadas a educação a distância na UNISUL.
Palavras-chave: monitoria, tutoria, trabalho cooperativo, educação a distância.

1. INTRODUÇÃO

Presencia-se, no início deste século, um mundo de trabalho com muitas exigências ainda não muito bem compreendidas por todos. Nas universidades, nos ambientes de formação profissional, a reflexão sobre essas exigências é bastante evidente. É urgente identificar estratégias didáticas que formem um profissional preparado para um trabalho cooperativo. Em termos de habilidades é necessário saber lidar com situações diferenciadas, aproveitando conhecimentos extraídos e transferidos de outras experiências, demonstrando predisposição para o trabalho em grupo.

Santos (1997) discute a história do trabalho humano em grandes momentos marcados pela revolução agrícola (10 mil anos atrás) e revolução industrial (200 anos atrás). Segundo esse autor temos "ainda as cicatrizes psicológicas, herdadas do nosso subconsciente, e causadas pelos problemas das duas revoluções". O resultado final sempre é caracterizado por mudanças significativas na sociedade, com mudanças na maneira do homem viver e trabalhar.

Vivencia-se, nos dias de hoje, uma nova revolução - a revolução tecnológica. Já é perceptível mudanças, por exemplo, no trabalho. "O novo trabalhador deverá ser flexível. Ele conhecerá períodos de muito trabalho e períodos de lazer forçado. Terá eventualmente de trabalhar em casa e ter duas ou três atividades ao mesmo tempo" (Santos, 1997). A informática permite que algum tipo de trabalho seja feito a distância, por exemplo, a formação profissional dos indivíduos a distância.

Ferretti (1994) apontava na década de 90 novos perfis profissionais e a necessidade do desenvolvimento de novas capacidades, por exemplo, capacidade de abstração e discernimento, espírito de confiança e cooperação. "O trabalhador necessita ser flexível, ou seja, saber lidar com uma variedade de funções, saber integrar-se a diferentes formas de agregação e mobilização de trabalhos".

A educação a distância está a cada dia ganhando espaço na sociedade brasileira gerando a necessidade de novos profissionais (professores autores, professores tutores, monitores, etc.). A oferta de cursos pelas universidades já é uma realidade no contexto educacional. O NEEM ‚ Núcleo de Estudos em Educação Matemática acompanha as tendências da educação a distância, devido ao interesse de seus pesquisadores e ao trabalho em parceria desenvolvido com o Programa Unisul Abert@, responsável pelo desenvolvimento e integração das iniciativas de educação a distância no âmbito da UNISUL ‚ Universidade do Sul de Santa Catarina

Os pesquisadores do NEEM e do Programa Unisul Abert@ estão atentos às inovações tecnológicas, discutindo e refletindo questões pontuais tanto do ponto de vista didático como do ponto de vista administrativo.

Este artigo apresenta reflexões dos autores voltadas para os aspectos administrativos, sem dissociar os aspectos didáticos, sobre questões:

É possível visualizar as monitorias e tutorias no contexto de trabalho cooperativo? Qual o perfil desses profissionais?

As análises desenvolvidas estão alicerçadas no profissional "monitor" e "tutor" desenhado no modelo proposto pela UVB ‚ Universidade Virtual Brasileira. A UVB foi criada no primeiro semestre de 2000, através de um consórcio de instituições de ensino superior, no qual a UNISUL faz parte.

O termo "trabalho cooperativo", neste artigo, será entendido como um projeto em grupos, em que pessoas trabalham para realizar uma tarefa em comum, tendo em conta os princípios:

• Trabalhar juntos (não necessariamente de forma presencial).
• As tarefas devem ser projetadas cuidadosamente.
• A cooperação é a chave do sucesso.
• Todos assumem responsabilidades individuais
• Os problemas devem ser compartilhados.
• Todos devem desenvolver habilidades interativas.
Nas seções que seguem apresenta-se detalhes sobre as funções monitoria e tutoria e discute-se essas questões a partir de experiências vivenciadas.

2. AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

O advento de novas tecnologias de informação e comunicação, trazem novas possibilidades de utilização e novas necessidades de capacitação profissional.

Em relação à educação, essas novas tecnologias de informação e comunicação trazem facilidades inéditas. A possibilidade de interação a distância já é uma realidade através das técnicas rápidas, seguras e eficientes.

Nessa perspectiva, surgiram os ambientes virtuais de aprendizagem, utilizando a Internet. Cunha Filho, Neves e Pinto (2000) afirmam que "um ambiente virtual não é apenas um meio de difusão, mas uma plataforma de comunicação na qual projetamos intervenções através de representantes cibernéticos (nicknames, avatares ou nós mesmos)."

Pode-se verificar que um ambiente virtual de aprendizagem envolve um contexto mais amplo que puramente a utilização da tecnologia; tem-se primordialmente a facilidade na construção do conhecimento através da interação dos participantes, sejam eles professores tutores, monitores ou outros alunos, permitindo discussões e troca de idéias além da disponibilização e publicação de materiais instrucionais.

Os ambientes virtuais de aprendizagem são facilitadores para a educação a distância via Internet. O acesso a esses ambientes, permite a interação síncrona ou assíncrona entre alunos e professores tutores, através de ferramentas que variam de acordo com cada ambiente. Convém destacar que esse acesso pode ocorrer em qualquer dia e horário devido a disponibilização do sistema na Internet.

Segundo França (2000) o ambiente virtual de aprendizagem "em cursos a distância, é o espaço que organiza os recursos e ferramentas para acesso aos cursos, por meio da interação com os conteúdos, realização de atividades de aprendizagem, interação com o professor e colegas. Portanto, não pode ser confundido com simples páginas, bancos de informações na internet."

Cunha Filho, Neves e Pinto (2000) destacam características de um website pedagógico para ser considerado como um ambiente virtual de aprendizagem. Tem-se características relacionadas com a comunicação, o registro de documentos, o acesso, a socialização e a geração de inteligência coletiva.

A comunicação deve ser multidirecional e afetiva. Todos podem falar com todos de forma autônoma e com níveis de censura e etiqueta previamente acordados pelo grupo.

O registro de conteúdos deve ser facilitado e todos devem ter acesso aberto no tempo e no espaço, permitindo o gerenciamento de ritmo de aprendizagem e local de conexão.

A capacidade de gerar e/ou manter laços entre os indivíduos participantes de determinados grupos numa rede aberta promove uma rápida socialização das idéias permitindo uma construção coletiva. Todos podem compartilhar de um saber comum.

Existem diversos exemplos de ambientes virtuais de aprendizagem desenvolvidos pelo mundo, destaca-se o Learning Space da Lotus IBM, o WebCT desenvolvido pela Universidade de British Columbia / Canadá e o Webfuse da universidade australiana Central Queensland University. No Brasil merece destaque o trabalho desenvolvido pela Universidade Federal de Pernambuco com o Projeto Virtus, o ambiente desenvolvido pelo Laboratório de Ensino a Distância da Universidade Federal de Santa Catarina - LED/UFSC e o ambiente desenvolvido pela UVB.

2.1. O Modelo da UVB

Para o desenvolvimento de cursos a distância, no âmbito da UVB, foi proposto um modelo que envolve um ambiente virtual de aprendizagem e a estruturação de alguns agentes envolvidos no processo.

Esse ambiente foi construído na forma de um browser instrucional e apresenta duas áreas distintas: área de aprendizagem e o browser. Na área de aprendizagem são apresentados os conteúdos on-line. O browser é composto de quatro barras: de navegação e impressão; de comunicação e apoio; de ferramentas de aprendizagem e a barra de informações curriculares e menu de atividades. Essas barras possuem diversas ferramentas:

• Saída, Volta, Avança e Imprimir: ícones que auxiliam o usuário no manuseio das telas do ambiente.
• Mural: é aberta ao se conectar ao ambiente. Objetiva apresentar recados ou orientações importantes aos participantes do curso.
• Perfil: mostra informações sobre o professor tutor e os alunos.
• Plugados: permite a identificação de quem está conectado ao mesmo tempo, disponibilizando um meio de comunicação síncrona, similar a um chat.

• Correios: serviço de correio interno que facilita o envio de mensagens de dentro do próprio ambiente.
• Secretaria: disponibiliza as informações cadastrais do aluno para correções ou alterações e um meio de envio de dúvidas de ordem administrativa, tais como pagamentos, inscrições, etc.
• Monitoria: possibilita a interação assíncrona com o monitor.
• Ajuda: contém informações sobre a utilização do sistema e orientações para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.
• Anotações: funciona como um caderno on-line, no qual o aluno armazena notas que julgue importantes durante o desenvolvimento das atividades.
• Galeria: é a área de publicação de trabalhos dos alunos ou de material de interesse mútuo que o indivíduo julgue interessante compartilhar. Todo o material publicado fica disponibilizado para o professor e alunos da turma.
• Midiateca: banco de dados da disciplina, no qual armazena-se a bibliografia básica, indicação de leituras complementares, links de interesse, etc.
• Fórum: permite que alunos e professores disponibilizem questões para a discussão, viabilizando a comunicação assíncrona.
• Relatório: com essa ferramenta o professor tutor pode avaliar e apresentar um feedback ao aluno em relação ao desenvolvimento de suas atividades enviadas para essa área.
• Tutoria: possibilita a interação assíncrona com o professor tutor.

2.2. O Monitor

Em diversas instituições que atuam com educação a distância encontra-se a figura do monitor, entretanto, as funções desempenhadas por esse agente apresentam bastante diferença de acordo com as necessidades de cada instituição.

Segundo França (2000) "A Monitoria da uvb.br atua no sentido de facilitar a socialização e interação dos alunos com os agentes que fazem parte do Ambiente Virtual de Aprendizagem. Auxilia de forma interativa nos processos de ensino-aprendizagem e colabora na maior humanização do sistema e na adaptação dos alunos ao Ambiente. A Monitoria não está envolvida com questões de conteúdo, e não influencia no processo de avaliação da aprendizagem."

Para o desenvolvimento de suas atividades, o monitor deve ser pró-ativo, observador, investigador, receptivo, amigável, organizado, flexível e dinâmico.

Partindo desse conceito, o Programa Unisul Abert@ buscou complementar o perfil do monitor para sua realidade, acrescentando o domínio pleno da tecnologia utilizada e bons conhecimentos de informática, incluindo navegação em Internet e utilização de correio eletrônico.

Além das questões de domínio da tecnologia, não se pode descuidar do aspecto principal do trabalho da monitoria que é o atendimento ao aluno. Para isso, o monitor deve possuir um bom nível de tratamento, ser educado e cortês. Um bom tratamento pode determinar a conquista e manutenção de um cliente. Através de um atendimento adequado e educado, o aluno tende a se motivar e se interessar mais pelo curso, sendo então conquistado. No atual mundo competitivo em que a sociedade se encontra, conquistar clientes, garantindo a fidelidade de suas próximas aquisições é um ponto importantíssimo para o êxito das organizações; e o trabalho do monitor deve trazer esse diferencial para a instituição.

A agilidade e iniciativa na tomada de decisão também são fatores "chave" para o sucesso no desenvolvimento das tarefas de monitoria no âmbito do Programa Unisul Abert@.

2.3. O Tutor

Vários autores definem as características e atribuições do tutor. Para Cherman e Bonini (2000) o tutor deve oferecer apoio didático ao aluno, buscando solucionar dúvidas, identificar características individuais, motivar os alunos despertando interesses individuais e coletivos, ser responsável pela avaliação.

Segundo Belloni (1999) o professor tutor "orienta o aluno em seus estudos relativos ý disciplina pela qual é responsável, esclarece dúvidas e explica questões relativas aos conteúdos da disciplina; em geral participa das atividades de avaliação".

Neder (2000) discute a tutoria como uma orientação acadêmica e ressalta que durante o processo de acompanhamento o tutor precisa estimular e motivar o aluno, além de contribuir para o desenvolvimento da capacidade de organização das atividades acadêmicas e de auto-aprendizagem.

No contexto da UVB tem-se que o professor tutor é um mediador na comunidade de aprendizagem, sendo o responsável pela motivação dos alunos e pela criação de oportunidades de aprendizagem (Universidade Virtual Brasileira, 2000).

Partindo das características descritas, o Programa Unisul Abert@ vem buscando capacitar professores para exercerem o papel de tutores. Algumas características que vem sendo valorizadas são: iniciativa e sensibilidade. Sensibilidade para perceber os problemas e iniciativa para criar alternativas que ajudem na solução dos mesmos.

Em alguns cursos a distância, o professor tutor exerce também o papel de professor autor (responsável pela elaboração dos conteúdos e atividades). Nestes casos, o papel da tutoria pode ser mais natural visto que foi o tutor quem concebeu e delineou pedagogicamente o curso. É claro que esta não é uma realidade, principalmente quando se trabalha com um número muito grande de alunos. Um tutor deve atender, em média 20 alunos, sendo este número variável de acordo com as características do curso.

Assim como na monitoria, o atendimento ao aluno de forma ágil e competente é importante para a manutenção do mesmo em cursos a distância. A falta de informações ou a demora em responder perguntas formuladas pelos alunos pode comprometer todo o processo ensino-aprendizagem e pode, muitas vezes, até levar o aluno à desistência.

3. ANÁLISE DE UMA EXPERIÊNCIA

Recentemente os autores deste artigo vivenciaram a experiência do trabalho cooperativo ao atuarem como tutoras e monitor do curso "Técnicas e Recursos para o Ensino da Matemática nas Fases Iniciais do Ensino Superior". É um curso a distância de formação continuada para professores de matemática da UNISUL, desenvolvido pelo NEEM e implantado em parceria com o Programa Unisul Abert@.

A figura 1 esquematiza as relações existentes na proposta de cursos a distância segundo o modelo adotado pela UNISUL. Convém destacar que no caso específico deste curso as tutoras também desempenharam o papel de professor autor do curso.

Figura 1: Relações existentes num curso a distância.

Percebe-se que as relações se dão, de forma recíproca entre aluno, monitor, tutor e o ambiente virtual de aprendizagem. Pretende-se aqui discutir, em especial, as relações entre tutor e monitor.

Para que as relações entre tutor e monitor sejam bem sucedidas é necessário o comprometimento e o desenvolvimento de um trabalho cooperativo. Todas as tarefas devem ser projetadas antecipadamente de forma muito cuidadosa. A cooperação entre monitores e tutores em vários momentos, ajuda no desenvolvimento de habilidades interativas, que é a chave do sucesso de um curso a distância.

No decorrer do desenvolvimento das atividades do curso, percebeu-se que, apesar dos alunos terem sido claramente informados sobre os papéis do monitor e do tutor, alguns alunos tiveram dificuldade em distinguir o direcionamento de algumas perguntas. Em determinada ocasião, um aluno estava com dificuldades no uso do ambiente virtual de aprendizagem, recorreu ao monitor através da ferramenta Monitoria e, ao mesmo tempo, enviou pergunta similar às tutoras.

Diante de uma situação como a apresentada, as tutoras e o monitor não tiveram dificuldades em direcionar corretamente o aluno, visto que através do trabalho cooperativo puderam fornecer respostas convergentes. Apesar da questão estar relacionada com o trabalho do monitor, caso não houvesse retorno das tutoras, ou se as respostas fossem divergentes, o curso estaria seriamente comprometido, tendo em vista a perda de confiança do aluno em relação aos agentes do processo.

4. CONCLUSÕES

De acordo com as questões propostas no início do artigo, verificou-se a necessidade de um trabalho cooperativo entre tutor e monitor para o pleno sucesso de um curso a distância.

Quanto ao perfil desses profissionais, observa-se a necessidade de adequações conforme as características de cada instituição e de cada curso que será oferecido, pois o perfil do aluno interfere de forma significativa nas atividades dos monitores e dos tutores.

A vivência de experiências, isto é, ser tutor ou ser monitor é bastante gratificante. Vivenciar a tutoria significa efetivamente exercer o papel de professor numa visão construtivista em que o processo ensino-aprendizagem só ocorre quando a tarefa de ensinar se constrói com o exercício de aprender.

Vivenciar a monitoria significa propiciar a interação entre os agentes envolvidos no processo educacional. A construção do conhecimento só pode ocorrer com a troca de experiências e é nesse contexto que se enquadra o papel do monitor, como facilitador desse processo.

Convém destacar que a análise aprofundada do trabalho da tutoria e da monitoria requer um estudo maior e mais detalhado de cada um destes profissionais. Este artigo trata de um primeiro momento de reflexão, não pretendendo esgotar o tema.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

BELLONI, M. L. Educação a distância. São Paulo: Autores Associados, 1999.

CUNHA FILHO, P. C., NEVES, A. M. e PINTO, R. C. O Projeto Virtus e a Construção de Ambientes Virtuais de Estudo Cooperativo. In: MAIA, C. (org.). Ead.br: educação a distância no Brasil na era da Internet. São Paulo: Anhembi Morumbi, 2000.

FERRETTI, C.J., ZIBAS, D.M.L., MADEIRA, F.R. e RANCO, M.L.P.B. Tecnologias, Trabalho e Educação: um debate multidisciplinar. Petrópolis/RJ: Vozes, 1994.

FRANÇA, G. Curso de preparação de monitores para a educação a distância. São Paulo: Rede Brasileira de EAD LTDA, 2000.

NEDER, M.L.C. A orientação acadêmica na educação a distância: a perspectiva de (re)significação do processo educacional. In: PRETI, O. Educação a Distância: construindo significados. Brasília: Plano, 2000.

SANTOS, O.A. Em busca do emprego perdido: o futuro do trabalho na era tecnológica. São Paulo: Textonovo, 1997.

UNIVERSIDADE VIRTUAL BRASILEIRA. Preparação de Professores Autores e Tutores para Educação a Distância. São Paulo: Rede Brasileira de EAD LTDA, versão 2, 2000.

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