Textos
Ernesto Macedo Reis e Felipe Cordeiro de Paula
Ernesto Macedo Reis
CEFET-Campos / NCE - UFRJ
Email: ernesto@cefetcampos.br
Felipe Cordeiro de Paula
CEFET-Campos
Email: phil@rol.com.br
(Texto para download: Formato Word (.DOC))
ABSTRACT:
ACAD is a cooperative environment of learning that matches the conceptual model of learning, based on cases, with elements of the construtivism for elaboration and management of courses in the Internet. This article presents the initial architecture of the environment and corresponding activities the implementation of a course for the continued formation of Physics professors the level of according to degree in the of the state of Rio de Janeiro north in the distance mediated pedagogicaly for the Internet.
KEYWORDS: Model of learning based on cases, Cooperatives works;
Resumo:
O artigo descreve o desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem com características construtivistas, calcado no trabalho cooperativo com suporte computacional e baseado no modelo conceitual de ABC (aprendizagem baseada em casos), estruturado para intermediar a formação continuada de professores de Física do ensino médio no norte-fluminense, e planejado a partir do reconhecimento das necessidades do aprendiz, com arquitetura proposta a partir de preceitos da engenharia de software. A estrutura do ambiente e seu software gerenciador está baseada na interação entre os participantes assumindo as técnicas de CSCW. A arquitetura inicial do ambiente busca na engenharia de software elementos para o desenvolvimento do projeto e nesse ponto introduz-se extensões do conceito de hipertexto relacionados ao próprio ambiente e também no apoio ao trabalho cooperativo, como processador de idéias e no suporte ao ciclo de vida do ambiente distribuído. Concluindo-se, a primeira versão ACAD é avaliada com o interesse principal voltado à analise de seu potencial como ambiente que favoreça uma forma de aprendizagem cooperativa, e na busca por melhorias que impliquem na sua ampliação. Assim, três perguntas são levantadas como possíveis expansões da pesquisa quanto a navegação e aprendizagem, integração com outras ferramentas e a uma nova linguagem que surge.
1. Introdução
O artigo descreve o desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem com características construtivistas, calcado no trabalho cooperativo com suporte computacional e baseado no modelo conceitual de ABC (aprendizagem baseada em casos), estruturado para intermediar a formação continuada de professores de Física do ensino médio no norte-fluminense, e planejado a partir do reconhecimento das necessidades do aprendiz, com arquitetura proposta a partir de preceitos da engenharia de software.
O construtivismo, o estudo de casos da prática pedagógica dos professores que trabalham sua formação continuada e a busca pela integração de conhecimentos, são a base educacional do projeto, guiando o desenvolvimento do ambiente.
O caráter cooperativo é obtido através da troca dos aprendizes entre si e com os orientadores do curso, propiciando aos menos capacitados a possibilidade de aprender com os mais qualificados, e estes por sua vez, avançarem mais na construção de seus conhecimentos.
A estrutura do ambiente e seu software gerenciador está baseada na interação entre os participantes, criando um espaço virtual [BUSEY, 1995]. Como acontece com CSCW (trabalho cooperativo suportado por computador), o enfoque está na ajuda aos usuários para o desenvolvimento de modelos mentais funcionais [JONASSEN, 1996].
A arquitetura inicial do ambiente busca na engenharia de software elementos para o desenvolvimento do projeto [PRESSMAN, 1995]. Nesse ponto introduz-se extensões do conceito de hipertexto relacionados ao próprio ambiente e também no apoio ao trabalho cooperativo, como processador de idéias e no suporte ao ciclo de vida do ambiente distribuÌdo [MARTIN, 1992].
Concluindo, [PACHECO, 1997] em [REZENDE, 1999] considera "...professor e aluno tornam-se participantes de um novo jogo discursivo que não reconhece a autoridade ou os privilégios de monopólio da fala presentes com freqüência nas relações de ensino-aprendizagem tradicionais, inaugurando assim, relações comunicativas e interpessoais à simetria de oportunidades". Esse aspecto precisa ser uma característica levada em conta na arquitetura almejada.
2. Conceituação - O Curso
No ambiente, emprega-se elementos do construtivismo onde a partir de [SHERMAN, 1991], esta abordagem torna mais efetiva o aprendizado, uma vez que o conhecimento passa a ser construído de forma ativa.
Na opinião de [STRUCHINER, 1998], "...metodologias de ensino como aprendizagem baseada em problemas, simulações clínicas e estudos de casos são marcos na tentativa de um currículo centrado no aluno e nos desafios de sua prática profissional: baseado em resolução de problemas reais, ao invés de fundamentado em informação factual".
No início do curso o aprendiz tem contato com a metodologia a partir de uma etapa presencial onde pode experimentar o modelo conceitual do curso que freqüentará por dez semanas. Esta etapa não deverá exceder a primeira semana, devendo prosseguir com o trabalho cooperativo no ambiente computacional a distância, liderados em cada subgrupo de trabalho em que serão divididos os cursistas por um professor, denominado nuclear, definido a partir de características distintas como facilidade para implantação de metodologias ou experiências na sala de aula quando necessário.
Em torno do professor nuclear outros professores vivenciam a prática da sala de aula ajudando na formação de um senso crítico quanto a inter-relação entre as três vertentes principais do curso; conteúdo de física, novas abordagens pedagógicas e inovações tecnológicas em educação.
Essa modelagem é fundamental nas etapas que se sucedem às fases de análise, planejamento e desenvolvimento do ambiente. Daí assume-se a conceituação que passa pelo envolvimento de aprendizes-orientadores em processos de aprendizagem mútua que se aproximam da pesquisa-ação [KRÜGER, 1999], que expõe, a melhoria da prática e não a geração de conhecimento como objetivo principal.
O trabalho desenvolvido junto ao grupo de professores precisa ser compreendido em sua filosofia, e para isso é recomendado que sejam abordados tópicos de interesse que sirvam para esclarecer os objetivos da capacitação e como a mesma está se desenvolvendo.
A busca da aprendizagem através do aprender a aprender passa a ser a tônica cada vez mais forte dos trabalhos.
As atividades realizadas visam a que progressivamente os professores cursistas adquiram condições não só de trabalharem o conteúdo física e inserção integrada da matemática, como também despertar o senso crítico quanto a questões relacionadas ao processo de aprendizagem e as formas como trabalhar o ensino sob o enfoque de novas abordagens pedagógicas.
Destacamos a etapa de nivelamento em fundamentos de informática com ênfase na Internet e em aplicativos de interatividade que precede o curso a distância como de suma importância devido a heterogeneidade dos conhecimentos dos professores em informática. A maior parte em nosso grupo admite quase não ter contato com a ferramenta, muito menos navegações provenientes de incursões mais freqüentes a grande rede. De um modo geral muito já se falou sobre esse distanciamento dos professores e as tecnologias de informática.
Quanto a questões como essa, de afastamento e até desconhecimento das novas tecnologias, os professores do grupo mostraram-se preocupados com "uma certa pressão" a que se dizem submetidos. A lei sugere, as escolas cobram e dizem que oportunizam condições, as Universidades reclamam a presença desses profissionais em cursos que promovem, a sociedade através de pais e familiares exigem professores atualizados, porém as condições financeiras dos docentes, as elevadas distâncias dos grandes centros em muitos casos e a pouca disponibilidade de horários livres, haja visto a necessidade de múltiplos empregos impedem essa formação dentro de um mínimo necessário para garantia da qualidade do ensino quanto a modernização e reconhecimento de novas abordagens pedagógicas e inovações tecnológicas que possam ser utilizadas na sala de aula.
2.1 Descrição de uma atividade presencial de nivelamento
As atividades em Informática Educativa foram focadas na utilização de software de interação na Internet, e discussão baseada em entrevista sobre questões que envolvem a utilização do computador no processo educativo de crianças e adolescentes de um modo geral, na escola e fora dela, colhida em texto de jornal.
A primeira etapa de estudos abordou a análise rápida de um texto sobre metodologia científica [SEVERINO, 1996], onde os participantes puderam encontrar informações sobre técnicas que podem lhes ajudar no entendimento e leitura de textos técnicos e científicos. Tal instrumental é útil na medida que os professores precisam ler e escrever cada vez mais sobre assuntos que não estão diretamente relacionados com suas atividades do dia-a-dia.
Um vídeo sobre o Universo (Discorery/2000 ‚ Superinteressante ‚ UNIVERSO) foi trabalhado em sala de aula e os professores puderam observar pontos importantes quanto a utilização de inovações da área de Informática nas pesquisas de cientistas e grupos de trabalho e alguns resultados obtidos dessa união.
Após a execução dessas atividades os professores escolheram dentre quatro reportagens apresentadas, uma para ser lida e discutida em uma tarefa de encerramento dessas ações em Informática Educativa. Foi escolhida a reportagem
"O Computador induz à indisciplina" ‚ entrevista Valdemar Setzer ‚ jornal O DIA - janeiro/ 2000 ‚ caderno semanal de Educação.
A partir daí os participantes trabalharam a Informática através da utilização de software de interação do tipo IRC- PIRCH 32 que os coloca em condições bem próximas da interatividade síncrona existente no curso. Fechando as atividades buscou-se uma breve avaliação onde instrutores e cursistas falaram livremente sobre a fase de discussões anterior em que algumas técnicas quanto a forma de escrever-comunicar utilizando esse tipo de interação foi tratada. A busca pela síntese e a capacidade de expor raciocínios rapidamente foi levantada. Nesse ponto foi consenso que a rapidez no processo de digitação é relevante e influi fortemente na participação do cursista.
Durante a etapa de nivelamento os professores cursistas e os futuros orientadores travaram contato com suas futuras posturas no que tange ao desenrolar do curso piloto em EAD com mediação computacional. Deixaram-se envolver totalmente pelas atividades que desempenhavam, sem nenhuma preocupação quanto a exposição de deficiências e dificuldades até mesmo quanto a conhecimentos que aparentemente possam ser considerados básicos. Assim um professor cursista em determinado momento fez referência a um receio que tinha quanto a qualquer aproximação da tecla "Delete", que para ele poderia provocar um estrago muito grande, se tocada indevidamente. Essa questão expõe muito bem a força de alguns mitos encontrados nessa comunidade, até porque tal colocação por parte do professor foi endossada por parte de outros professores.
2.2. Buscando um Ambiente
A busca de um ambiente que proporcione as condições necessárias ao desenvolvimento de novos conhecimentos profissionais é o que surge como desafio a partir dessa etapa em que atuando presencialmente pode-se observar as reais necessidades do grupo bem como avaliar-se suas condições de iniciarem o empreendimento em EAD com mediação pela Internet, permanecerem firmes no propósito de avançarem na etapa, encerrá-la, e o que é mais importante habituarem-se à modalidade, buscando novas capacitações cada vez mais extensas e com graus de profundidade maior.
Esse ambiente precisa contribuir para o enriquecimento do processo educativo como gerador de interações e não só como indicador de caminhos. Deverá privilegiar o debate, sugerir inovações, apresentar tecnologias que possam influir positivamente no processo educativo e favorecer a tomada de novas abordagens pedagógicas. Ressalte-se a adequação do modelo conceitual ABC onde o aprendiz como centro do processo tem o poder de tomada de decisões, gerenciamento de sua própria aprendizagem e precisa para isso interagir com seus pares.
Nesse momento ele é verdadeiramente participante do processo educativo fazendo parte das ações desde a concepção do próprio curso, em sua modelagem. Desde a fase presencial inicial do curso os professores trabalhando em grupos colaborativos podem testar suas habilidades individuais, buscar completude com o que expõem seus companheiros, mas sobretudo estão familiarizados com a proposta pedagógica do curso a distância, que é apresentada de forma prática nessa etapa, antes que os professores passem a freqüentar apenas o ambiente virtual.
Questão marcante diz respeito aos professores que precisam ocupar o papel de orientadores/tutores no processo.
Precisam aprender a conduzir orientações em tarefas que normalmente não fazem parte de sua prática pedagógica, por mais experientes que sejam em relação ao trabalho da sala de aula. Até os que vem trabalhando com a formação de professores precisam buscar uma forma mais afetiva de aproximação do aprendiz.
3. Modelagem e Desenvolvimento do Ambiente
A modelagem do ambiente do curso seguindo o modelo ABC (aprendizagem baseada em casos) ganha um aspecto mais formal a partir da utilização de preceitos da engenharia de software utilizados nessa etapa das ações.
A partir da definição do software gerenciador de cursos Universite, que arca com todas as questões técnicas relacionadas à interatividade passa-se a etapa de estruturação do modelo de desenvolvimento do espaço virtual - Site, que precisará apresentar os seguintes elementos básicos: comunidade participante, contexto de investigação e espaço cooperativo.
3.1. Comunidade Participante
É no ambiente, o aprendiz, o tutor/orientador, o grupo ou grupos de trabalho, interessados nos recursos existentes. Relacionado a utilização destes meios, existem os índices de visitação, contribuição e de desempenho. O índice de visitação retrata a exploração do ambiente pelos visitantes, como e o que utilizou. O índice de contribuição avalia o aspecto cooperativo da participação do visitante, analisando a freqüência com que contribui com sugestões e informações para a aprendizagem do grupo. Encerrando, o índice de desempenho é uma estatística baseada na atuação de um participante nas avaliações do curso.
Os participantes são caracterizados por funções. Cada função define a forma de interação do participante com o ambiente.
As funções presentes são: aprendiz - utiliza o ambiente como consumidor, participando e freqüentando o curso; coordenador - gerencia o ambiente, tendo ações de supervisão e de manutenção do curso, participações, segmentos e elementos; professor - é responsável por toda parte didática, sendo visto como modelador, autor, avaliador e tutor.
A figura 1 representa o ambiente e os participantes nas suas formas de atuação.

As funções do professor podem ser especificadas a partir de sua participação nas vearias instâncias do ambiente, como: modelador - define a estrutura dos cursos através do fluxo de trabalho, criando, modificando e removendo conteúdo; autor - elabora e insere conteúdo elaborado pelo modelador; avaliador - age nas questões relacionadas à forma e ao conteúdo das avaliações; tutor - acompanha os participantes de um curso para que eles recebam instruções e tirem dúvidas. Essa comunidade participante detém uma memória onde cada elemento tem acesso a sua memória individual podendo disponibilizá-la a outros membros.
3.2. Contexto de Investigação
É composto por uma região sem limites especificados e rígidos que reúne os participantes, e objetos de estudo representados pelos problemas encontrados a partir dos casos (modelo conceitual ABC) que precisam estudar.
Também fazem parte dessa região as diversas visões dos diferentes participantes e os acessos as três vertentes do curso, conteúdos de física, novas abordagens pedagógicas e inovações tecnológicas.
A interação no ambiente se dá através dos objetos, que são elementos encontrados nas vertentes do curso semelhantes ao mundo real, porém com enfoques específicos voltados ao fornecimento de informações didáticas e a construção de aprendizagem.
3.3. Espaço Cooperativo
É a associação entre serviços disponíveis em uma ação do curso e os participantes. Busca facilitar a comunicação entre os aprendizes e tutores e estea voltado para o objetivo determinado em cada etapa. Pode-se ao longo do curso definir-se diferentes objetivos ligados a etapas distintas que irão requerer serviços diversos.
O espaço cooperativo possui uma memória que permite aos participantes a manutenção dos dados de suas interações e o acesso às informações de cooperações anteriores.
Os serviços do espaço cooperativo são fornecidos pelo gerenciador de curso e compreendem aspectos de comunicação, síncronos e assíncronos, serviços didáticos, administrativos e de cooperação.
O espaço cooperativo atua sobre a interação entre os participantes, tornando-se um dos pontos de cooperação mais importantes do ambiente ACAD. Nesse ponto vemos as interações em seu momento de maior destaque, que é quando o conhecimento está sendo ativamente construído.
4. Arquitetura ACAD
O ambiente é constituído por três camadas, a saber de; apresentação, de serviços e de banco de dados. A figura 2 representa a arquitetura, onde a primeira camada de apresentação contém as interfaces do ambiente com o participante, sendo voltada para a individualização do aprendiz. Na camada intermediária de serviços encontram-se as facilidades oferecidas pelo ambiente.
A base de dados é necessária à manutenção da estrutura do ambiente e à integração de ferramentas. Através dessa base de dados o ambiente pode ser ligado a outros ambientes. Em anexo faz-se a ilustração de três interfaces do ambiente em cada uma de suas camadas.

4.1. Estrutura e desenvolvimento do ambiente
Cada etapa do desenvolvimento corresponde a busca pela adaptabilidade que a interação homem-máquina deve assumir. Nesse caso a melhor opção foi a abordagem por prototipação.
O processo capacita o desenvolvedor a criar um modelo de site que será implementado assumindo a seguinte forma: um programa existente, gerenciador de curso executa parta da função desejada mas que tem características que serão melhoradas em um novo esforço de desenvolvimento.
O início da prototipação se dá com a coleta de requisitos a partir de definição de objetivos globais para o ambiente, identifica-se exigências conhecidas e esboçam-se áreas onde uma definição adicional é obrigatória. Um projeto rápido é confeccionado e se concentra na representação de aspectos que serão visíveis ao usuário. O projeto rápido leva a construção de um protótipo que é utilizado para refinar os requisitos para o sistema a ser desenvolvido. A figura 3 mostra a seqüência de eventos para a prototipação.

5.Conclusões, Investigações futuras e perguntas.
A primeira versão ACAD é avaliada com o interesse principal voltado à analise de seu potencial como ambiente que favoreça uma forma de aprendizagem cooperativa, e na busca por melhorias que impliquem na sua ampliação.
Pretende-se expandir as ações de pesquisa na busca por respostas para questões como: (i) navegação e aprendizagem -
a participação dos aprendizes não deverá se restringir aos fluxos do curso, portanto pretende-se descobrir qual é a eficácia na aprendizagem (ii) integração com ferramentas - a arquitetura ACAD pode ser estendida em mais uma camada a partir de sua base de dados com a finalidade de gerar a comunicação com ferramentas diversas, (iii) linguagem e ação - como se instaura a comunicação a partir de uma estrutura nova, voltada para a tecnologia da área de informática, onde participantes com formações diferentes conversam e trocam conhecimentos em cooperação.
A aprendizagem cooperativa mediada por computador encontra no cenário tecnológico atual, condições propícias de instalação e desenvolvimento. As estruturas diversificadas de telecomunicações com ampla abrangência geográfica, possibilitam a disseminação de sistemas de EAD, explorando o dinamismo de diferentes formas de comunicação de informações em formatos de multimídia. Desafios tecnológicos e pedagógicos existem a serem transpostos, para se dispor das vantagens do uso adequado e integrado de meios e ferramentas, em prol de uma maior eficácia e democracia dos sistemas de ensino aprendizagem.
6. Referência Bibliográfica
BUSEY, A . Secrets of the MUD wizards. Indiana: Smas.net, 1995
JONASSEN, David O Uso das Novas Tecnologias na Educação a Distância e a Aprendizagem Construtivista
- Em Aberto sobre Educação a Distância INEP, MEC, v.16 n.70, abr/jun 1996.
MARTIN, James. Hiperdocumentos e como criá-los. Campus, Rio de Janeiro, 1992
PACHECO, Samuel Bueno. Internet: as relações de ensino-aprendizagem no hiperespaço.
Tecnologia Educacional, v.25 (136-137), mai/un/jul/ago, 1997.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. Makron Books, São Paulo, 1995.
REZENDE, Flávia. Novas Tecnologias e Educação: Repensando a Aprendizagem, os Materiais Didáticos
e a Prática Pedagógica na Perspectiva Construtivista. Preprint "Ensaio", 1999.
SHERMAN, L. W. Cooperative Learning in Post Secondary Education: Implications from Social Psychology
for Active Learning Experiences. A Paper Presentation for the Annual Meetings of the American
Educational Research Association, Chicago, IL. 3-7.
STRUCHINER, M. , Rezende F., Ricciardi, R.M.V. & Carvalho, M.A .P. de. Elementos Fundamentais para
o Desenvolvimento de Ambientes Construtivistas de Aprendizagem a Distância.
Tecnologia Educacional, v.26 (142), 3-11, jul/ago/set, 1998
SEVERINO, A . J. Metodologia do Trabalho Científico. 20 edição - São Paulo - Cortez, 1996
(*) Pesquisador com pesquisa parcialmente financiada por bolsa do programa PAPED / CAPES
(**) Bolsa de iniciação científica

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